O Agrupamento de Escolas Santos Simões foi o grande vencedor da 2ª edição do Eco-Parlamento de Guimarães. Na sessão final, que se realizou  no auditório da Universidade do Minho, o seu projeto intitulado “Poupança em movimento – Energia” foi o mais votado na combinação dos votos do júri interno – composto pelos alunos dos sete agrupamentos, cujo peso era de 70% do total dos votos – e do júri externo. No segundo lugar ficou o Agrupamento de Escolas Professor Abel Salazar e no terceiro o Agrupamento de Escolas Francisco de Holanda.

“Agenda 2030: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU” foi o tema da segunda edição do Eco-Parlamento, iniciativa inserida no programa ambiental PEGADAS, que promove o debate sobre questões ambientais junto de alunos de sete agrupamentos de escolas do ensino básico de Guimarães, nomeadamente o de Abação, Professor Abel Salazar, D. Afonso Henriques, Francisco de Holanda, Fernando Távora, Santos Simões e Taipas. “Biodiversidade”, “CDA – Combater o desperdício alimentar e limpeza dos RSU’s”, “Mobilidade Sustentável”, “Reflorestação de áreas ardidas”, “Educar para a Sustentabilidade: Uma Escola, uma Cidade, um Planeta”, “Poupança em movimento – Energia” e “Despoluição do Rio Ave e revitalização da praia fluvial das Taipas” foram, respetivamente, os desafios ambientais escolhidos.

Tal como nas anteriores duas sessões parlamentares, os estudantes de diferentes níveis de ensino debateram os diferentes projetos, colocando em prática aprendizagens adquiridas em contexto escolar. Os “deputados” do Agrupamento de Escolas Santos Simões fizeram a sua apresentação recorrendo a uma atuação música para fazer passar a sua mensagem, o que acabou por cativar a atenção e os votos dos agrupamentos restantes.

Ao longo da 2ª edição do Eco-Parlamento, os alunos, segundo a metodologia SMART e o acompanhamento técnico de um investigador do Laboratório da Paisagem, foram evoluindo e consolidando as suas propostas e ideias. O Eco-Parlamento dispôs ainda de um júri externo que avaliou as propostas, composto por um membro do Laboratório da Paisagem, Câmara Municipal de Guimarães e da VITRUS Ambiente.